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Gravatá


O município de Gravatá teve origens numa fazenda, em 1808, pertencente a José Justino Carreiro de Miranda, local esse que servia como hospedagem para os viajantes que iam comercializar o açúcar e a carne bovina, principais produtos da época, que eram levados em embarcações do Recife até o interior. Como a navegação pelo rio Ipojuca era difícil, os comerciantes eram obrigados a fazer paradas estratégicas para evitar também que o gado perdesse peso.
Uma dessas paradas ficou conhecida como Crauatá, denominação, que deriva do tupi Karawatã ("mato que fura"), por conta da predominância de uma planta do gênero da família das bromélias, também chamada caraguatá, caroatá, caroá e gravatá.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gravat%C3%A1_%28Pernambuco%29

Granito

A cidade de Granito originou-se da Fazenda Poço, quando, em 1859, foi construída a capela de Nossa Senhora do Bom Conselho, pelo padre José Modesto Pereira de Brito. A capela estimulou a povoação do lugar.
A lei nº 548 de 9 de abril de 1855 elevou o povoado à condição de vila. A comarca foi criada em 1º de março de 1890, pelo juiz Alfredo Afonso Pereira. Constituiu-se município autônomo em 5 de junho de 1893. Elevada à condição de cidade em 1909. Tornou-se distrito de Bodocó em 1942 e foi restabelecida como cidade em 1963.
A denominação do povoado e cidade decorre da ocorrência de afloramentos de granito na região.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Granito_%28Pernambuco%29

Goiana


A história de Goiana está muito ligada aos engenhos da região. Os goianenses participaram ativamente da Batalha das Heroínas de Tejucopapo (1646), da Revolução Pernambucana (1817), da Confederação do Equador (1824) e da Revolução Goianense (1825). A vila operária de Goiana é considerada a primeira do seu tipo na América Latina.11 A localidade foi elevada à categoria de freguesia 1568, de vila em em 15 de janeiro de 1711, ganhou foros de cidade em 5 de maio de 1840 e de sede de município em 3 de agosto de 1892, tendo como seu primeiro prefeito o Dr. Belarmino Correia de Oliveira.12
A origem mais provável do nome Goiana é que venha da palavra em tupi-guarani "Guyanna", que significa "terra de muitas águas". O topônimo do município aparece pela primeira vez nos catálogos da Companhia de Jesus, em 1592, com o nome de aldeia de "Gueena". O mesmo documento, em 1606, registra-o com a grafia modificada para "Goyana" e, finalmente Goiana. O holandês Francisco Adolfo de Varnhagen disse que Goiana é uma palavra de origem da língua tupi, que significa: gente estimada.13 Outros filólogos divergem e dizem ter o significado de mistura ou parente, alguns como Frei Vicente de Salvador, em 1627, definiu como sendo porto ou ancoradouro.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Goiana

Glória de Goita


A ocupação do território foi iniciada por David Pereira do Rosário, que recebeu as terras por doação de uma neta de Duarte Coelho. Ali fixou residência no sítio Lagoa Grande e lavradores iniciaram o cultivo das terras.
Por volta de 1760, o lugar onde hoje fica o município era ocupado por lavradores, que mandaram construir uma capela dedicada à Nossa Senhora da Glória. Em volta dessa capela, surgiu um pequeno povoado. Posteriormente, monges do Mosteiro de São Bento de Olinda vieram para a região, em 1775.
Segundo uma lenda, antes de receber o nome de Glória do Goitá, o vilarejo era chamado de Manjoléu. Observemos os versos de Urbano de Souza Costa, em seu livro "Histórias que Glória do Goitá conta em Versos II":
"Davi Pereira do Rosário/ Deve ter sido honesto e fiel/ Construiu casa para oração/ Fez um bonito papel/ O nome primitivo de Glória/ Dizem que era Manjoléu"

Garanhuns

A cidade é hoje o centro comercial mais diversificado do Agreste Meridional, que, agregando mais seis municípios cujos habitantes também a procuram, compreende 32 municípios com uma população mais que 1.066.000 de consumidores, onde o comércio se constitui na principal atividade impulsionadora da economia, representando 62,04% do PIBpm (IBGE, 2002).
Garanhuns, pelo seu diversificado comércio e oferta de serviços, tem no turismo um importante fator de desenvolvimento. Possuímos uma boa cultura turística fortalecida pelo dinamismo da nossa Secretaria de Turismo, por uma ampla rede de empresas prestadoras de serviços e de hotéis voltados ao turismo, pelos eventos de capacitação setorial realizados na cidade, pela existência de um clima ameno e pela abundância e qualidade de suas águas.

Gameleira



Os distritos da Gameleira foram criados conforme a Lei provincial n° 763, de 11 de julho de 1867, e integrava o território do município de Sirinhaém. A vila foi criada pela Lei provincial n° 1.057, de 7 de junho de 1872, cuja instalação ocorreu em 13 de dezembro de 1873. Em 1860, no lugar onde está localizada a cidade, a estrada de ferro do Recife ao São Francisco estabeleceu uma estação, sendo, então, a terceira seção da construção da linha. Enquanto os trabalhos seguiam, foi ali, durante algum tempo, núcleo de regular movimento, criando-se então uma feira. Os senhores de engenho dos municípios vizinhos fizeram desse local a estação preferida para a remessa de açúcar para o Recife. Foram edificados então armazéns daquele produto, residências e outras construções, transformando o local em uma povoação, que tomou o nome da Gameleira, devido a um engenho homônimo, e pelo fato do grande número de árvores com o nome de Gameleira, que existiam na época. Em 1867 a Lei provincial n° 763 deu-lhe a categoria de freguesia.

Frei Miguelinho

Localizado em terras de antigas sesmarias concedidas no século XVII, Olho d’Água de Onça (antiga denominação de Frei Miguelinho), teve seu início de povoamento nas proximidades do Riacho Topada, afluente do Rio Capivaras, hoje Capibaribe. O nome Olho d'Água da Onça provém da tradição local, segundo a qual o fazendeiro José Tomé de Moura encontrou suas reses extraviadas em um local próximo a uma fonte natural, freqüentada por onças ferozes, estabelecendo-se aí.
Distrito do município de Vertentes, recebeu sua atual denominação em homenagem ao herói-mártir da Revolução Pernambucana, de 1817, Miguel Joaquim de Almeida Castro (morador da localidade por breve período), através da Lei Estadual nº 1.931 de 11 de setembro de 1928.
Sua emancipação ocorreu em 20 de dezembro de 1963, através da Lei Estadual nº 4.977, desmembrando-o de Vertentes.