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Itapissuma


A palavra Itapissuma é de origem tupi-guarani que significa Pedra Negra por causa de grandes pedras moles que ficavam à beira do Canal de Santa Cruz onde o mesmo banha o atual município.
O local era primitivamente um aldeamento indígena e com a chegada dos Padres Franciscanos em missão religiosa foi fundada uma vila em 1588. Quando os holandeses ocuparam Pernambuco, construíram uma ponte que unia a vila à ilha de Itamaracá - na época capitania do donatário Duarte Coelho, hoje chamada Ponte Getúlio Vargas. A primeira capela foi construída no século XVII pelo padre Camilo de Mendonça e foi dedicada a São Gonçalo do Amarante.
O distrito de Itapissuma foi criado pela lei municipal nº 11, de 31 de novembro de 1892, subordinado ao município de Igarassu. Foi elevado à categoria de município pela lei estadual nº 8952, de 14 de maio de 1982.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Itapissuma

Itapetim


Nos primórdios do século XVIII, a região foi habitada por uma tribo indígena denominada Babicos.
Ancestralmente, Itapetim recebeu o nome de Umburanas devido à imensa quantidade de árvores nativas com essa nomeação (Bursera leptophleus).
Discorrer sobre a origem histórica desse centro urbanístico é rememorar seus fundadores: tropeiros, almocreves, que transportavam bens tangíveis, principalmente gêneros alimentícios, vindos da localidade de Lagoa de Baixo, atual Sertânia e Flores, em Pernambuco, para Princesa Isabel e São José de Espinharas, na Paraíba.
Homens tangedores de azêmolas, em comboio, conduziam suas tropas fazendo tal percurso, numa viagem expandida, que levava de seis a oito dias ao destino almejado. No transcorrer, realizavam paradas em pontos diversos para seus descansos - e das alimárias. As umburanas, frondosas e de generosa sombra, serviam como lenitivos aos tais recoveiros e estavam sempre à ribeira do Pajeú. Ao lado esquerdo do rio, no Sítio Rio Limpo (hoje propriedade dos familiares do saudoso João Amaro Cordeiro), ficavam tais árvores de madeira nobre. Os dias foram sucedendo e os mercadores aumentavam em quantidade, tornando-se rotina acamparem por ali para o sistema de trocas de mercadoria.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Itapetim

Itambé

As terras onde hoje se situa o Município de Itambé foram primitivamente habitadas pelos índios cariris. Não se conhece, com precisão, a data das primeiras penetrações de não índios nem a da radicação dos primeiros colonos não índios. Sabe-se, entretanto, que, nos fins do século XVI, começaram a chegar correntes de povoamento constituídas de portugueses e de mazombos.
André Vidal de Negreiros, um dos heróis da expulsão dos holandeses de Pernambuco, erigiu uma capela sob a invocação de Nossa Senhora do Desterro, no lugar conhecido como Itambé, assim denominado em virtude da grande quantidade de calhaus avermelhados que, em choque uns com os outros, produziam faíscas. Há quem atribua a preferência do guerreiro a voto feito para que fossem desterrados os invasores da pátria. Doou ele, para patrimônio da igreja, todo o terreno da futura freguesia, gravando, também, o Engenho Novo de Goiana e de Palha, além de várias fazendas de gado, com extensão superior a 120 quilômetros.

Itamaracá


Os primeiros habitantes seriam náufragos, havendo também registros sobre a passagem dos portugueses João Coelho da Porta da Cruz e Duarte Pacheco Pereira, em 1493 e 1498, respectivamente.8 9
Em 1526, já havia uma capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição, de responsabilidade do padre Francisco Garcia, na Vila Velha, localizada à margem esquerda do Canal de Santa Cruz.
A ilha prosperava à sombra da economia açucareira. Em 1630, a Vila Velha possuia cem casas e uma Santa Casa de Misericórdia.
Os holandeses invadiram a ilha em 1631 e lá ergueram o Forte Orange, na entrada Sul do canal de Santa Cruz, construído em taipa de pilão. O forte tinha este nome em homenagem ao Príncipe holandês Frederico Henrique de Orange, tio de Maurício de Nassau. A Ilha de Itamaracá serviu de celeiro aos holandeses. Posteriormente, o forte passou a ser chamado Forte de Santa Cruz, já sob domínio português.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_de_Itamarac%C3%A1

Itaíba


No início do século XIX, Itaíba era um vilarejo em torno da capelinha de Nossa Senhora da Conceição, chamado Pau Ferro. Foi distrito de Águas Belas. Seu nome foi modificado para Itaíba por proposta da Comissão Administrativa do Estado, conforme costume da época de utilizar nomes tupis para os nomes das vilas e cidades. Assim, o nome Pau Ferro foi convertido para o Tupi: itá: pedra ou metal + iba: árvore.
O município foi criado em 1958 e instalado em 28 de abril de 1962.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ita%C3%ADba

Itacuruba



Quando encerrado o episódio jesuítico da Ilha do Sorubabel, passou aquela missão a ser chefiada pelos capuchinhos franceses que à época dos acontecimentos, já possuiam outras missões no São Francisco, na zona dos índios Rodelas, desde 1673.
A Ilha do Sorubabel em 1702 se encontrava sob a direção do Frei Francisco Dumfront, debaixo da proteção de Nossa Senhora do Ó. Nesta missão é que se encontram as raízes e berço da formação religiosa local, uma vez que estava situada na foz do Pajeú por onde subiam os índios catequizados pela palavra mansa do grande frade.
Lá foi construída, nos primórdios do século XVIII, a igrejinha da missão, na extremidade meridional da ilha, e orientada para o mesmo lado. Esta Capela que não era de tão pequenas dimensões, tinha característica interessante, talvez própria das edificações missionárias: uma cerca de pedra ao redor.
Com a construção da Capela, coube àquele missionário a implantação, ali, do culto a Nossa senhora do Ó e a ser dotada, a igrejinha, de uma linda imagem da santa em madeira, imagem que guarda características de origem francesa da era de transição do século XVII para o século XVIII, segundo a opinião de um técnico em assuntos de arte religiosa.
Em 1709 os capuchinhos franceses foram substituídos pelos barbadinhos italianos. Mesmo sem Frei Francisco Domfront, a missão de Sorubabel teve vida florescente no século XVIII, irradiando pelas redondezas, sobretudo atavés do Pajeú, os ensinamentos da religião cristã.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Itacuruba

Ipubi



O município originou-se da Fazenda Poço Verde, no sopé da Chapada do Araripe. O povoamento foi intensificado a partir de 1938, quando iniciou a feira livre local.
Pertencente ao município de Ouricuri, o distrito de Ipubi foi criado a 31 de dezembro de 1943. Tornou-se município autônomo através da lei estadual nº 3.340, datada de 31 de dezembro de 1958, sendo instalado a 1 de março de 1962, tendo como 1º prefeito o farmacêutico Antônio Rodrigues Lucena. Administrativamente, o município é formado pelo distrito sede e pelos povoados de Serra Branca e Serrolândia.
Anualmente, no dia 2 de março Ipubi comemora a sua emancipação política. O padroeiro da cidade é Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
O topônimo Ipubi provém do tupi ipu-obi = poço ou fonte verde, quando ocorreu a Reforma Administrativa do Estado que criou o distrito de Ipubi.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ipubi